segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ENTREVISTA AO "MISTER" SIMÃO

1- Nome? Idade?
R - Simão Guerreiro. 20 Anos.

2-Tem Formação de Treinador? Qual?
R - Tirei recentemente o Curso de Treinador de Futebol da Associação de Futebol de Lisboa (A.F.L.), daí ter faltado a grande parte dos treinos e dos primeiros jogos da equipa. Os resultados ainda não saíram, mas estou confiante que em Janeiro, quando as notas forem lançadas, passarei a ser um treinador com o 1º nível da modalidade.

3 -Percurso enquanto jogador e/ou treinador? Se jogou futebol qual a posição onde jogou e/ou gostaria de ter jogado?
R- Na verdade, nunca fui um grande jogador de Futebol, mesmo a nível Distrital. O meu percurso começou na formação do Oeiras, onde agora sou treinador/monitor e joguei federado no Carcavelos durante cinco épocas, passando pelos escalões de Iniciados, Juvenis e Juniores. O meu último ano de jogador acabou por durar apenas poucos meses, já que fui atropelado com gravidade e deixei o Futebol, mas a verdade é que sabia que aquele seria o último e a minha motivação para jogar já estava relacionada com a profissão de Treinador, porque certa vez me disseram que cinco anos de federado eram um dos requisitos para ser aceite no curso do 1º nível e eu quis cumpri-los. Quanto às posições que ocupavam em campo, é curioso porque comecei por ser lateral direito (em Futebol 11), passando depois para médio direito, mais tarde médio esquerdo e acabando a avançado. O mais provável é nunca ter sido nada de especial a nenhuma delas, mas gostava muito de jogar do lado esquerdo, apesar de ser destro. Permitia-me realizar diagonais em direcção à baliza e por vezes marcar alguns golos, o que, com todo o respeito ao clube, na altura era raro no Carcavelos.

4- Qual o seu clube em Portugal? E estrangeiro?
R- O meu clube do coração é o Sporting e é o clube onde um dia sonho chegar, sem qualquer dúvida. Lá fora, apoio sempre os clubes por onde passa o Mourinho e tenho simpatia pelo Manchester City. Sei que é uma resposta pouco comum, mas tenho um certo fascínio por este tipo de projectos milionários dos quais toda a gente diz mal. Talvez tenha a ver com o facto de estar a tirar o curso de Gestão do Desporto na faculdade. Clubes destes, quando bem sucedidos, são excelentes exemplos de gestão, máquinas de fazer dinheiro.

5 -Qual o seu treinador preferido (português e estrangeiro)? E jogador?
R- Sou “maluco” pelo José Mourinho, mas desconfio que se ele não fosse português me irritava mais do que me fascina. A primeira folha do meu dossier de exercícios de treino é um autógrafo dele e está cuidadosamente colocada numa mica. Foi-me oferecido há dois anos, quando tive a oportunidade de o conhecer e trocar umas breves palavras. Na altura ainda não era treinador, mas disse-lhe que seria o seu sucessor. Ele riu-se e foi bastante prestável, um dia memorável para mim. Dos estrangeiros, gosto muito do Guardiola pela sua postura, assim como do Bilic da Croácia, pela sua irreverência e diferença. O meu jogador preferido é o Messi, pelo simples facto de ser fisicamente inexplicável tudo o que ele faz, o Essien, o Arshavin e o Rui Morais dos seniores do Oeiras, que é o meu melhor amigo. O que mais alegrias me deram na vida, foi o Super Mário Jardel.

6 – Como é que surgiu o convite para integrar esta equipa técnica?
R- Eu caí no Oeiras quase de pára-quedas, há um ano atrás precisamente, quando a época passada ia a meio, para os Infantis B. Um grande amigo meu, Miguel Teixeira, tinha esse lugar, ao mesmo tempo que jogava nos seniores, mas foi viver para longe e abriu a vaga. Ele sabia da minha paixão pelo futebol e falámos sobre isso, sugerindo o meu nome. As coisas correram bem e passei a adjunto doutra pessoa que mais tarde se tornou também um amigo, o Mister Bernardo Bruschy. Com ele aprendi a maior parte do que sei hoje. Entretanto, também ele saiu do clube e o Mister Bruno falou comigo e disse-me que contava comigo para a época que aí vinha (a actual). Fiquei bastante satisfeito, obviamente, e assim cá estou.

7 – Comente a seguinte afirmação: “por detrás de um grande treinador, há sempre um grande treinador adjunto”.
R- Essa é uma afirmação que duvido que esteja sempre correcta, mas a verdade é que um treinador, por melhor que seja, ficará mais completo se tiver a seu lado alguém com o propósito de auxiliar. No planeamento e aplicação dos treinos um outro treinador é essencial, pois só assim se pode dividi-lo em estações, por exemplo, e ter supervisão e acompanhamento de todas elas. A nível de jogo, acho que o ditado “Duas cabeças pensam melhor do que uma” explica um pouco a minha teoria. Um jogo de futebol, mesmo que não pareça, é algo verdadeiramente complexo. Quanto melhor for a capacidade dos treinadores, mais pormenores serão detectados e mais soluções serão pensadas. Nesse aspecto, uma equipa técnica bem constituída só tem a ganhar. Defendo, também, que os dois treinadores se devem complementar. Por outras palavras, considero importante para uma equipa vencedora que os dois treinadores que a dirigem sejam diferentes e ofereçam aos seus jogadores alguma diversidade de personalidades e estilos.

8- Fale-nos um bocado sobre a sua relação desportiva com o “mister” Bruno. Tipo; fazem a convocatória juntos, substituições durante o jogo, que tácticas vão utilizar, etc.
R- A minha relação com o Mister Bruno é bastante aberta, apesar de nos conhecermos há pouco tempo e trabalharmos juntos há menos ainda. Nós falamos imenso sobre tudo o que toca a nossa equipa e ele sabe que eu estou disponível para qualquer opinião ou dilema. No entanto, há funções a respeitar, como é óbvio. No caso das convocatórias, ele tem a última palavra e as suas decisões têm de ser soberanas. O tipo de jogo que vamos utilizar é discutido ao longo da semana e aplicado nos treinos, como tal, muito debatidos entre nós. Quanto às substituições, são da sua responsabilidade e entendimento. Cabe-me a mim informá-lo, por exemplo, se verificar que um jogador está demasiado fatigado, e ele está concentrado no jogo e não repara. Este tipo de auxílios. A nível de entendimento, não tenho problemas em dizer que acredito que construímos uma relação verdadeiramente boa e invejável para muitas equipas técnicas.

9 – Gostava de vir a ser treinador principal? De que escalão?
R- Não escondo que o meu objectivo é ser treinador principal, no entanto, não coloco um prazo para a chegada desse dia. Há um ano atrás, apesar de não me ter apercebido de imediato, era uma folha em branco, à procura da minha construção como treinador. Hoje sou uma folha rabiscada, pintada por vários treinadores que fui observando e acompanhando. Volto a referir o Mister Bruschy, assim como o Mister Tito, que são os meus “padrinhos” nesta actividade e dos quais mais “sumo” retirei. No entanto, estou ciente de que esta evolução ainda mal começou, que há muito para aprender e muitas experiências para me ensinarem novas coisas. Aqui a humildade é muito importante e essencial para o prosseguimento deste crescimento. Quanto á 2ª questão; um escalão qualquer, embora ainda só me sinta habilitado ao Futebol 7.

10- Futebol 7 ou futebol 11, esta é uma questão que não reúne consenso no meio futebolístico quanto á formação e evolução dos jogadores. Qual a sua opinião acerca desta matéria?
R- O Futebol 11 é um Futebol que fascina todos, pois é o mediático, aquele que passa na televisão, que os seniores jogam, onde se encontram as estrelas mundiais. É o verdadeiro Futebol, disso não há dúvida. Porém, o Futebol 7 é uma etapa muito importante e obrigatória para formar os futuros craques. Eu sou um defensor do Futebol 7, pela simples razão de que a quantidade de acções técnico-táctico que os praticantes são chamados a realizar é brutalmente superior, tornando o espectáculo mais atractivo para quem vê. Sinceramente, a questão do espectáculo, para mim, nem é factor decisivo, mas sim este volume de requerimentos. Quanto mais o jogador participa no jogo, mais aprende e evolui, e é para aí que devemos direccionar o nosso pensamento. A meu ver, não tem mal nenhum deixar os miúdos até aos doze anos jogar este tipo de Futebol, o transfer para o de 11 será realmente proveitoso. Um conselho: não tenham pressa e respeitem as etapas, formem-se de forma sólida.

11 – Vamos á equipa. Em sua opinião quais as características que melhor a definem?
R- União e motivação são duas palavras que se adequam na perfeição a esta equipa de 99. Agrada-me bastante o facto de estes miúdos partilharem a amizade e verifico muitas vezes que se admiram futebolisticamente entre eles, confiando uns nos outros dentro de campo. Quanto à motivação, são irrepreensíveis e sem ela seria complicado tirarem o máximo rendimento de cada exercício que preparamos para eles. Em relação à parte menos boa, confesso recear alguma auto-estima exagerada por parte do grupo, devido aos êxitos que muitos alcançaram no passado e aos recentes resultados e anseio por ver como se vão sair na segunda fase, com adversários de qualidade mais elevada.

12 – Num grupo de jogadores como este, onde a qualidade é muito igual, existem sempre alguns jogadores que ficam “menos contentes” quando não são convocados. Como é que se lida com esta situação?
R- Não ser convocado faz parte e eles devem estar conscientes disso. O meu conselho é que pensem que toca a todos e tal só não aconteceria se, no início das épocas, assinássemos apenas com 12 jogadores e corrêssemos o risco de ir para muitos jogos sem suplentes, quando aparecessem as lesões, as doenças e tudo mais. A melhor forma de lidar com a situação é levar tudo com naturalidade e apoiar quem vai. Acima de tudo confiem nos treinadores, porque eles sabem o que é melhor para a equipa e, consequentemente, para cada um. Todavia, digo-lhe que se houvesse algum jogador a ficar contente por não ser convocado, algo estaria errado.

13 – “ Todos titulares, todos suplentes” isto é mais ou menos assim, ou deve-se premiar quem mais se aplica nos treinos/jogos, aquando da convocatória para os jogos?
R- Esta é uma pergunta muito interessante, vou tentar responder à altura. Como é sabido, neste escalão as substituições são volantes, significando que quem entra pode sair e voltar a entrar diversas vezes sem qualquer restrição quantitativa. Eu, pessoalmente, não ligo ao 7 inicial, até porque considero que deve equilibrar jogadores em melhor forma e outros numa menos boa, para a equipa não diminuir o seu rendimento quando as substituições chegarem.Relativamente ao tempo de jogo, também não defendem que tenha que ser igual para todos. Quem trabalhou mais, vai, em princípio, render mais, e melhor será para a equipa se jogar durante mais tempo, no entanto o bom senso tem que imperar e todos devem ter oportunidade de se mostrarem e servir em campo. Cada jogador tem as suas características e cada jogo vai pedir diferentes coisas. Aí é importante o treinador saber optar. A juntar a isto, há gestão do esforço e da fadiga. Saber descansar os jogadores antes de voltarem a entrar pode decidir muitos jogos. Resumindo, existe uma série de factores a ter em conta e o importante é saber analisá-los e tentar corresponder ao máximo possível dos mesmos.

14 – Defina 3 características que considere essenciais num jogador de futebol.
R- Motivação, espírito de equipa e capacidade técnico-táctica. Um jogador que reúna estes três requisitos, pode-se entregar ao treinador que ele terá as ferramentas para o evoluir correctamente.

15 – Como é que se sentiu com o “rebuçado” dado pelo “mister” Bruno, no jogo contra o FC Cascais, em que assumiu o comando da equipa?
R- Senti-me bastante feliz, confesso. Não foi a primeira vez que tive uma oportunidade destas e foi óptimo para auto-avaliar a minha evolução e detectar aspectos a melhorar. O Mister Bruno deu uma prova dos seus valores, uma vez que não tinha obrigação nenhuma de fazer o que fez. Concretamente ao jogo, satisfez-me o número de golos marcados, o facto de alguns jogadores voltarem aos golos, de rodar algumas posições e dar oportunidades aos jogadores em diferentes zonas. Não gostei de sofrer dois golos e fiquei a pensar nisso, após o final. Mas não deixou de ser uma prestação positiva.

16 – Quanto ao jantar de Natal da equipa. Parece-lhe importante este tipo de iniciativa? Ajuda a fortalecer o grupo?
R- Mais uma vez aproveito para agradecer o almoço e a iniciativa. Concordo plenamente com este tipo de convívios, não só para fortalecer o grupo mas também para trocar opiniões, conhecer melhor pessoas que cumprimentamos todos os dias e não sabemos como são e para passar momentos agradáveis. Um dia, mais tarde, recordarei, sem dúvida, esta geração, também devido a este tipo de pormenores. O fortalecimento do grupo é uma consequência natural.

17 - Quer deixar alguns conselhos aos jogadores para o que resta do campeonato?
R- Peço aos meus jogadores que mantenham a concentração e a vontade de até agora, assim como a consciência de que esta primeira metade foi só a parte mais fácil e que mais para a frente é que terão verdadeiras oportunidades de mostrar o seu valor. Peço também o apoio e disponibilidade total à equipa A, pois há um título para recuperar e é nossa missão correr atrás dele.

18 - Por último e em jeito de brincadeira: durante os jogos tenho observado que os dois “misteres” encontram-se muitas vezes de braços cruzados a observar a equipa. Quem é que imita quem? Não vale mentir!
R- Está bem observado! Pode acreditar em mim, eu não imito o Mister Bruno. Há uma explicação para isso, pelo menos para o meu caso: Quando comecei a treinar, tinha muito o vício de deixar as mãos nos bolsos, até porque foi em Dezembro e estava frio, mas logo recebi feedback de outros treinadores, aconselhando-me a largar esse hábito, visto não ser a postura correcta. Como não sabia o que fazer com as mãos, passei a cruzar os braços. Talvez seja melhor pensar noutra solução e criar uma postura mais original.

Para finalizar, uma nota para as perguntas, que estão muito bem elaboradas e um desejo de boa sorte para o blog, que já é internacional.

Um Bom Natal/Ano Novo para todos os leitores e um pedido de desculpas pela extensão das respostas.



Abraço.

Simão Guerreiro

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MENSAGEM DE NATAL


Caros atletas, treinadores, familiares e simpatizantes da A.D.OEIRAS, desejo a todos um Feliz Natal, cheio de paz, amor, amizade, saúde, sorte, felicidade, e tudo, tudo de bom. Espero que o Pai Naltal (que por sinal é Sportinguista) traga todos os presentes que ambicionam.Boas Festas!

p.s. -aproveito para informar que brevemente será publicada a entrevista ao "mister" Simão 

João Ferreira

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

ENTREVISTA AO TINOCO


Como combinado aqui têm a 2ª entrevista aos jogadores da equipa, sendo desta vez um dos nossos excelentes guarda-redes, de nome; AlexandreTinoco.
Jovem com grande potencial, corajoso, muito seguro entre os postes, autoritário, demonstra uma forte personalidade para a sua idade, grande motivador dos colegas durante o jogo, adora espalhar magia dentro e fora do campo.
Obrigado pela entrevista, espero que tenhas grande sucesso na tua carreira desportiva.

1. - Nome? Idade? 
R: Alexandre Tinoco 11 anos.

2. - Fala-nos um bocado sobre os teus gostos. Tipo; prato favorito, grupo musical, filme, desportos.
R: Prato favorito lasanha; Grupo musical Linkin Park; Filme Velocidade Furiosa; Desportos futebol, ténis, skimi e voleibol.

3. - O que mais gostas de fazer nos teus tempos livres?

R: Desporto, jogar PS3, estar no Computador...

4. - Se te dessem o dom de mudar algo, o que farias?
R: Mudava os dias de aulas para o fim-de-semana e o fim-de-semana para os dias de semana.

5. - Que sonho gostavas de concretizar?

R: Conseguir ser guarda-redes profissional da primeira liga espanhola, inglesa, italiana ou portuguesa.
 

6. - Qual o teu clube e jogador preferido (Português e Estrangeiro)?

R: Bem português é o Benfica e estrangeiro tenho vários mas sempre admirei bastante o Barcelona ( L.Messi ). O meu jogador preferido português é o Rui Patrício e estrangeiro sem dúvida é o Edwin Van Der Sar.

7. - Conta-nos como foi o teu percurso desportivo até aos dias de hoje.

R: Comecei a jogar na A.D.Oeiras e depois fui para a A.D.Oeiras e hoje estou na A.D.Oeiras.


8. - Porque escolheste o futebol para jogares?

R: Porque era um desporto que gostava muito de jogar na escola e então comecei a jogar a "sério".
9. - Sempre jogaste nessa posição? Gostavas de jogar noutra? Qual?
R: Quando passei para a competição jogava a avançado, depois fui para defesa e depois para guarda-redes. Não, não gostava de jogar noutra posição, mas há jogos (aqueles onde damos altas abadas) onde me dá uma vontade gigante de ir lá à frente marcar um golinho. Mas guarda-redes é sem dúvida uma excelente posição.

10. - Que treinador/s te lembras melhor, por te ter marcado na tua formação?
R: O mister Fábio de escolas B, que infelizmente já não está no clube, dava-me altas "tareias" nos treinos.

11. - Consegues definir-te como jogador (pontos fortes/fracos)?

R: Bem pelo que já me disseram os meus pontos fortes é o jogo com os pés e a comunicação com a equipa. Pontos fracos altura.


12. - Qual o melhor jogo/golo de que te recordas? 
R: O jogo que me recordo apesar de termos perdido, foi o jogo na segunda volta com o Sporting em nossa casa para o apuramento de campeão, foi um grande jogo e acho que nós fomos uma equipa à altura deles.

13. - O que achas das potencialidades desta equipa que tu fazes parte?
R: Acho que é uma equipa com grandes qualidades técnicas e com grande espírito e amizade no meio.
 

14. - O que representa para ti jogar na A.D.O. ?

R: Representa muita coisa, é uma grande equipa e já fiz bastantes amigos lá.

15. - Queres deixar uma mensagem aos teus colegas/treinadores de equipa?
R: Que todos continuem a trabalhar como até hoje, para serem ainda melhores do que já são.

16. - Por último e em jeito de brincadeira, quem é que achas que é o mais maluco da equipa? Porquê?

R: Sem dúvida nenhuma o Ferro, porque ele não bate bem da cabeça.

domingo, 19 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

A.D.OEIRAS 13 - FC CASCAIS 2


Como tem sido habitual em todos os jogos, recrutei mais um "repórter" para fazer a análise ao jogo. Desta vez coube ao João Costa (pai do guarda-redes João), que aproveitou as novas tecnologias para fazer a reportgem "in loco" da seguinte forma:

"Manhã de muito frio no estádio municipal de Oeiras, com a nossa equipa a enfrentar o FC Cascais.
O jogo começou com um adversário muito fechado, colocando todos os jogadores atrás da linha da bola. Foram vários minutos a rodar a bola e com dificuldade em entrar na área. Felizmente, o João Caeiro vinha estrear as novas chuteiras e, após um primeiro ensaio para tirar as medidas à baliza, arrancou dois grandes golos em remates de fora da área; ficamos a aguardar uma proposta de patrocínio da Nike.
O FC Cascais continuou sem arriscar muito, mas, perante o resultado adverso, o João Costa já pôde justificar o jogo com duas defesas seguras. Com um pouco mais de espaço o jogo pelas alas começou a funcionar e o terceiro e quarto golos, apontados pelo Miguel Oliveira e pelo Miguel Pereira resultaram de cruzamentos para o coração da área. Até ao intervalo houve ainda tempo para o Miguel Pereira Bisar e para o André Santos marcar, fechando com 6-0.
Os primeiros minutos da segunda parte começaram com um FC Cascais mais atrevido e o Alexandre Tinoco foi o primeiro guarda-redes a ter trabalho. Todavia, o jogo rapidamente retomou a toada do final da primeira parte, embora agora com o Cascais a jogar mais subido. Foi então tempo de o Oeiras ensaiar algumas das jogadas de combinação que são a imagem de marca desta equipa e, com mais espaço, o marcador chegou os 9-0, com dois potentes remates do Diogo Silva, ambos na entrada da área, e o hat-trick do Miguel Pereira, um extremo com grande sentido de oportunidade na zona de finalização.
Para premiar o jogo mais subido da segunda parte, o FC Cascais chegou ao primeiro golo, sem hipótese de defesa para o Alexandre, mostrando que também sabe executar boas jogadas de combinação.
O momento do jogo foi o décimo golo, um prémio para o desempenho do Gabi, tirando um grande chapéu ao guarda-redes adversário a partir do canto da grande área. Depois de um golo de resposta, em jogada de contra-ataque, bem executado do André Simões, o FC Cascais chegou ao segundo golo, de novo numa boa combinação, com a avançado a aparecer isolado e a rematar sem hipótese para o Tinoco. Até final do jogo, fechando uma segunda parte mais aberta, houve ainda tempo para o André Santos marcar mais dois golos, o primeiro finalizando à boca da baliza na sequência de um canto, e o  hat-trick em nova jogada de contra-ataque, com um bom remate tirado do mesmo sítio do Gabi, mas agora em força.
A equipa esteve toda muito bem, equilibrada e com sentido colectivo, tendo sentido dificuldades no início perante o jogo fechado do FC Cascais. Parabéns também ao adversário, que desfrutou mais do jogo na segunda parte, quando jogou mais aberto."

Resta-me agradecer a amabilidade do João Costa pela disponibilidade para fazer o comentário ao jogo. Entretanto e após o final do jogo tivemos o almoço de Natal, onde foi possivel observar o grande espirito de gupo que existe entre os jogadores, equipa técnica e pais. Foi sem dúvida um momento importante no fortalecimento e crescimento dos jogadores enquanto equipa. De qualquer forma convém relembrar que houve alguns atletas que não poderam estar presentes (por motivos vários), assim como o "mister" Tito (motivos familiares) mas que fazem parte deste excelente grupo e que muito têm contribuido para o sucesso de todos. Obrigado a todos , espero que se tenham divertido.  

Jogaram e marcaram:

- João Costa
- Francisco
- João Caeiro (2)
- Miguel Oliveira (1)
- Francisco Ferreira
- Gabri (1)
- André Simões (1)
- Tinoco
- Miguel Pereira (3)
- Diogo Silva (2)
- André Santos (3)
- Gonçalo

O resultado dos outros jogos foi:

Tires B 0 - 1 Cacém B
Carcavelos B 3 - 2 Malveira
FontainhasB 3 - 1 Abrunheira
Estoril B 4 - 7 Benfica C
Mem Martins B 1 - 5 Albarraque
Foot 21 B 35 - 0 Zambujeiro

p.s. - a classificação ainda não está correcta porque faltam alguns resultados. Vou também tentar publicar algumas fotos do almoço de Natal. Quanto ás entrevistas, segunda-feira será publicada a do Tinoco. Brevemente serão também entrevistados os "misters" Simão e Pedro (vou alternar a publicação das entrevistas dos jogadores e dos "misters"). Obrigado e bom fim -de- semana.

João Ferreira



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A.D.OEIRAS - FC CASCAIS

Joga-se este Sábado ás 09h30 no campo da A.D.Oeiras mais uma jornada a contar para o campeonato de Infantis 7, com a nossa equipa a receber o FC Cascais 12º classificado, que no passado Sábado perdeu em casa por 11 bolas a 1 frente ao Foot 21. Como não existem vencedores antes dos jogos, resta-nos aguardar por mais uma resposta positiva dos nossos "guerreiros" que tudo farão para saírem de campo vitoriosos. Relembro também que o almoço de Natal é ás 12h00 no restaurante junto ao campo do Vila Fria, e que o custo é de 10,50 euros por pessoa. Não faltes, contamos contigo!
Aproveito também para desejar as melhoras ao António e ao Tomás que se encontram doentes, na certeza que os seus colegas sentem a sua falta e que tudo farão para lhes dedicar a vitória do próximo jogo.
 Boa sorte! Divirtam-se!

Foram convocados os seguintes jogadores:
- Tinoco
- João Costa
- Francisco
- Gonçalo
- João Caeiro
- Francisco Ferreira
- Diogo Silva
- Miguel Oliveira
- Miguel Pereira
- André Santos
- André Simões

O ponto de encontro está marcado no nosso campo ás 08h30

Os outros jogos são os seguintes:

Tires B - Cacém B
Carcavelos B - Malveira
FontainhasB - Abrunheira
Estoril B - Benfica C
Mem Martins B - Albarraque
Foot 21 B - Zambujeiro

P.S. - Aproveito também para informar todos os atletas, pais, adeptos, que a A.D.Oeiras já tem bar que se encontra por detrás das bancadas do lado do jardim dos poetas, onde podem encontrar uma variedade de produtos alimentares assim como bebidas, café e principalmente a boa disposição do Jakson, em que o seu lema é "servir bem e bem servir dá saúde e faz sorrir"

João Ferreira

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

ENTREVISTA AO CAPITÃO MIGUEL OLIVEIRA


 Como combinado, vamos dar inicio ás entrevistas dos jogadores. Esta semana o galardoado é o capitão de equipa. Maestro, mágico , jovem com grandes qualidades técnicas, trata a bola por "tu", é um verdadeiro "quebra cabeças" para os adversários. Miguel Oliveira na primeira pessoa:

1. - Nome e  idade?
O meu nome é Miguel Oliveira e tenho onze anos.

2. - Fala-nos um bocado sobre os teus gostos. Tipo; prato favorito,  grupo musical, filme, desportos.
Gosto muito de pizza. Gosto de ouvir musica rock, Green Day, por exemplo. O meu filme preferido é o Avatar. Gosto de futebol, andebol e basquete.

3. - O que mais gostas de fazer nos teus tempos livres?
Nos meus tempos livres gosto de jogar playstation, ver televisão e jogar futebol.

 4. - Se te dessem o dom de mudar algo, o que farias?
Se me dessem esse dom, não mudava nada.

5. - Que sonho gostavas de concretizar?
Gostava de ser um grande jogador profissional conhecido mundialmente.

 6. - Qual o teu clube e jogador preferido (Português e Estrangeiro)?
O meu clube preferido português é o Sporting e estrangeiro é o Real Madrid.
O meu jogador preferido português é o C. Ronaldo e estrangeiro é o Messi.

7. - Conta-nos como foi o teu percurso desportivo até aos dias de hoje.
Sempre joguei na A.D.O., desde as escolinhas até aqui.

 8. - Porque escolheste o futebol para jogares?
Porque desde pequenino gosto de futebol, andava sempre com uma bola de futebol.

9. - Sempre jogaste nessa posição? Gostavas de jogar noutra? Qual?
Não, já joguei em várias posições, mas gosto mais da que jogo actualmente.

 10. - Que treinador/s te lembras melhor, por te ter marcado na tua formação?
Acho que todos os treinadores que já tive são excelentes, ensinaram me muita coisa até agora.

11. - Consegues definir-te como jogador (pontos fortes/fracos)?
Acho que sou bom nos passes e no remate, mas não sou lá muito bom nas fintas e na corrida.

12. - Qual o melhor jogo/golo de que te recordas?
Que me recorde, o meu melhor golo foi num jogo contra o Trajouce que marquei atrás do meio campo. O meu melhor jogo para mim foi num jogo contra o Carcavelos.

 13. - O que achas das potencialidades desta equipa que tu fazes parte?
Acho que temos uma grande equipa com grandes jogadores e realmente é um orgulho jogar na A.D.O.

 14. - O que representa para ti jogar na A.D.O. ?
Jogar na A.D.O. é muito bom, jogar com grandes jogadores. É um sonho para todos nós, acho eu.

 15. - Queres deixar uma mensagem aos teus colegas/treinadores de equipa?
Acho que não é preciso, mas sei que somos uma grande equipa.

16. - Por último e em jeito de brincadeira, quem é que achas que é o mais maluco da equipa? Porquê?
Acho que é o Ferro está sempre na brincadeira e está sempre a fazer piadas.

Obrigado Miguel pela tua participação, foi uma grande entrevista. Boa sorte para a tua carreira desportiva!

João Ferreira